Curiosidade...
“A viagem não acaba nunca. Só os viajantes acabam. E mesmo estes podem prolongar-se em memória, em lembrança, em narrativa... O fim de uma viagem é apenas o começo de outra. É preciso voltar aos passos que foram dados, para repetir e para traçar caminhos novos ao lado deles. É preciso recomeçar a viagem. Sempre. O viajante volta já.” José Saramago (1981) [adaptado]
domingo, 12 de novembro de 2017
sábado, 11 de novembro de 2017
Santuário Verde
O imenso verde estende-se sem fim e abriga uma multiplicidade de seres... Vai ser este palpitar de vida incessante a nossa fonte de inspiração porque a Amazónia é um palco onde a cada minuto somos surpreendidos por fortes emoções. Que promissora viagem...
terça-feira, 7 de novembro de 2017
Viagem com Alma: (En)Cantos da Amazónia
De mãos dadas com a Natureza...
Arrepia-nos o seu cheiro,
Deslumbra-nos a sua luz,
Espanta-nos as suas cores,
Embala-nos os seus sons,
Tranquiliza-nos a imensidão do seu espaço!
quarta-feira, 1 de novembro de 2017
Viagem com Alma: Tempo de Bruxas
O dia da "Viagem" foi um dia de encontros...
Ouvindo Camille Saint-Saëns em "Dança Macabra" o espaço encheu-se de calor humano. O preto, o vermelho, o cor-de-laranja, o roxo e o branco foram as cores predominantes nas roupagens usadas por quase todos os convidados e que acentuaram as cores da cenografia.
Espaço interior da Exposição
O primeiro encontro do dia
No primeiro encontro do dia, assistiu-se à chegada de várias personalidades convidadas: bruxas, vampiros, o Drácula! O momento foi pautado por boa disposição, alguns sustos... Iniciava-se desta forma a Viagem com a mostra de trabalhos dos nossos artistas. O bar de apoio à exposição estava rico de iguarias e até havia bolos temáticos! Ao balcão do mesmo, a simpatia no atendimento apelava à nossa aproximação.
Estávamos todos muito radiantes pelo resultado conseguido.
O segundo encontro do dia
"Não sei quantas almas tenho.
Cada momento mudei.
Continuamente me estranho.
Nunca me vi nem achei.
De tanto ser, só tenho alma.
Quem tem alma não tem calma.
Quem vê é só o que vê,
Quem sente não é quem é,"
(...)
O terceiro encontro do dia
Um almoço especial
Espaço exterior da Exposição
Ao final do dia as luzes apagaram-se...
A viagem estava terminada.
O segundo encontro do dia
Uma coruja piou continuamente, despertando a atenção de todos... Evocou-se Fernando Pessoa ao som do violino. Os convidados, concentrados na grande moldura dourada, viram surgir, um a um, os diferentes declamadores, mascarados a rigor.
Cada momento mudei.
Continuamente me estranho.
De tanto ser, só tenho alma.
Quem tem alma não tem calma.
Quem vê é só o que vê,
Quem sente não é quem é,"
(...)
O terceiro encontro do dia
Um pequeno concerto proporcionado pelos alunos do ensino articulado de música do 12.º F enriqueceu e "aqueceu" o ambiente da viagem. Escutados com muito interesse por todos os convidados foram, por fim, muito aplaudidos.
Um almoço especial
Espaço exterior da Exposição
Ao final do dia as luzes apagaram-se...
A viagem estava terminada.
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