“A viagem não acaba nunca. Só os viajantes acabam. E mesmo estes podem prolongar-se em memória, em lembrança, em narrativa... O fim de uma viagem é apenas o começo de outra. É preciso voltar aos passos que foram dados, para repetir e para traçar caminhos novos ao lado deles. É preciso recomeçar a viagem. Sempre. O viajante volta já.” José Saramago (1981) [adaptado]
sexta-feira, 4 de agosto de 2017
sexta-feira, 21 de julho de 2017
Esquiços
Já há destino e (futura) Viagem começa a ser planeada...
É através deste emaranhado de traços e ideias que se concretizam pormenores que dão alma a cada viagem. É um privilégio conseguir vivê-la com antecipação. É precisamente esta vivência antecipada que permite afinar pormenores para que nada falhe quando, depois, a partilhamos com os nossos viajantes.
domingo, 2 de julho de 2017
quinta-feira, 15 de junho de 2017
Viagens e Encontros Improváveis e Inesperados
Os acasos nunca são acasos. São casos raros, sim, mas não acasos.
Tudo são Viagens e Encontros... Precisamos deles para perceber e contemplar a beleza do quotidiano. Gosto de me enganar na rua e encontrar uma outra ainda mais bonita que o que estava à espera e de saber, racionalmente, que estou no lugar errado com a certeza intuitiva e inexplicável de que aquele errado é o certo.
Viagens e Encontros inesperados são, regra geral, os melhores. Não foram sugeridos, não tinham "razâo de acontecer". São como aqueles amigos que amamos como irmãos, apesar de na árvore genealógica não estarem lá. São o pai adotivo que surgiu sem ser convidado, mas que tornou o nosso mundo melhor; são o professor que nos ensinou a imaginar; são o lugar no autocarro que nos foi tirado para nos sentarmos no sítio que, afinal, tinha de ser o nosso.
Todos temos uma pessoa que não era para nós. Todos nós já fomos um grande acaso. Uma grande sorte. Tu também! Tu também já foste improvável para alguém que agora te tem como certo. As Viagens e Encontros são mais... São também o início; os acasos passados numa outra geração, que definem um encontro destinado nosso..
Texto adaptado de artigo do jornal i, de Marine Antunes.
segunda-feira, 5 de junho de 2017
Rua da Esperança
A Esperança não murcha, ela não cansa,
Também como ela não sucumbe a Crença,
Vão-se sonhos nas asas da Descrença,
Voltam sonhos nas asas da Esperança.
Também como ela não sucumbe a Crença,
Vão-se sonhos nas asas da Descrença,
Voltam sonhos nas asas da Esperança.
(...)
Augusto dos Anjos
sexta-feira, 2 de junho de 2017
Santo António, em Alvalade (2)
A Educação
pela Arte assume nos dias de hoje um papel de elevada relevância, tanto
mais central quando se vive atualmente uma época marcada por rápidas transformações
e desafios a nível dos valores humanos, assumindo o Desenho um papel-chave no
desenvolvimento de uma literacia de valores cívicos e artísticos essencial a
uma Educação para a Cidadania plena.
Através de olhares que privilegiam a
reflexão crítica e a aceitação da diferença, cada “viagem” tem o seu próprio
“itinerário”, englobando múltiplas propostas de trabalho e desafios que
proporcionam a cada aluno expor diferentes formas de ver o mundo, desenvolver a
sua criatividade e o sentido estético, bem como o espírito de superação.
No presente ano letivo, a “Viagem com Alma: Santos e Populares” teve
como inspiração as tradições associadas aos Santos Populares. Posteriormente,
as propostas de trabalho elaboradas pelos alunos refletiram não só um olhar
atento sobre estas tradições e festejos, durante o mês de junho, mas também um
olhar para a cidade de Lisboa tendo esse trabalho sido desenvolvido de forma a
permitir articulações com a disciplina de Português do 11.º ano.
O trabalho desenvolvido também se
estendeu de forma transdisciplinar envolvendo algumas turmas de Educação Visual
e @rte.com do 3.º ciclo, que animaram com diferentes roupagens muitas sardinhas
e manjericos. Toda a concepção do espaço esteve a cargo dos alunos das duas
turmas de Artes Visuais (10.º G e 11.º F) — os nossos viajantes — cujo trabalho
englobou também a pintura dos cenários de grandes dimensões que transformaram o
espaço polivalente da escola num grande arraial onde não faltou o fado e uma
marcha popular.
Valorizando o convívio e o espírito de
partilha, esta “viagem” foi mais uma oportunidade para os encontros que este
Projeto tem como apanágio: encontro com os alunos, encontro com os pais e
encarregados de educação, encontro com os professores… encontro com os amigos!
Sentimos, por isso, que tudo valeu a
pena, guardando a mala de viagem com o desejo de voltar novamente a viajar!
MOMENTOS DA VIAGEM
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