Mais do que um alimento, o alho assume-se como um símbolo de autenticidade e saber popular, presente nas cozinhas, feiras e campos das gentes beirãs. O seu aspeto rústico e as suas formas orgânicas oferecem múltiplas possibilidades plásticas, permitindo explorar luz, textura, cor e volume com liberdade expressiva.
A escolha deste motivo pretende, assim, valorizar o quotidiano e o simbólico, transformando um objeto comum num tema de contemplação estética. Através da experimentação de técnicas e da sensibilidade artística individual, esta obra procura captar a essência do “viajar com alma”: descobrir beleza no simples e identidade no detalhe.





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