Imagina um bosque, ao final
do dia ou à noite, onde a luz se dissolve nas cores e as árvores parecem surgir
como memórias difusas. Um lugar silencioso e misterioso, onde cada mancha e
cada transparência criam atmosferas inesperadas. Entre troncos e folhagens
surge a presença discreta de animais — figuras enigmáticas que habitam a
fronteira entre o real e o imaginado. As suas silhuetas observam o espaço em
silêncio, integradas na paisagem como símbolos de mistério e contemplação. Este
ambiente convida à exploração de contrastes entre delicadeza e intensidade
visual. Através do lápis de cor, outros materiais riscadores e do desenho
gráfico, és desafiado(a) a construir um bosque pessoal e expressivo. O
resultado deverá revelar uma narrativa visual única, criada a partir da tua
sensibilidade artística.
(Este trabalho está em execução)



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